Gestão Hospitalar

Gestão Hospitalar: conheça uma ferramenta para torná-la mais eficiente

Sabemos que existem muitas tarefas complexas no universo da saúde, e podemos afirmar que a gestão hospitalar é uma delas. Afinal, se refere a capacidade de equacionar recursos da melhor forma, com o intuito de garantir o funcionamento saudável da instituição, com uma prestação de serviço que prima pela excelência.

Desse modo, tão essencial quanto contar com uma equipe de funcionários competentes para fazer o atendimento dos pacientes é possuir profissionais e ferramentas competentes para organizar todo o funcionamento do hospital. E a gestão hospitalar, e o papel do gestor hospitalar, portanto, envolve isso.

 

A gestão hospitalar, é, portanto, uma atividade desafiadora, visto que lida com a fragilidade e a vulnerabilidade das pessoas, que aguardam e anseiam por um trabalho sério, responsável e comprometido em momentos delicados de suas vidas. Assim, atuar na saúde é entender a engrenagem desta cadeia em que o centro são as pessoas. 

 

Aliás, engrenagem essa onde pessoas cuidam de pessoas, por isso a necessidade de compreender o todo e desenvolver nas equipes as competências que permitam maior agilidade e eficácia dos hospitais e atendimentos da área da saúde. É preciso otimizar recursos, ouvir os envolvidos, e, sobretudo, ter firmado o compromisso de cuidar, para uma gestão hospitalar de sucesso.

Como o Gestor de Plantões pode auxiliar na gestão hospitalar

 

Em uma época cada vez mais tecnológica, no qual as informações chegam até nós em tempo real e por meio dos mais diversos recursos de comunicação, tornou-se inviável realizar a gestão hospitalar sem o auxílio de uma ferramenta digital. A própria configuração atual da sociedade já não permite mais os métodos tradicionais que continham papéis e planilhas, e que, além de ter se tornado obsoleto, compromete todo o manejo profissional.

 

Por isso, pensando em simplificar a sua rotina de gestão hospitalar, deixando-a organizada e descomplicada, a MedSimples desenvolveu um Gestor de Plantões que oferece inúmeros benefícios.

 

Veja alguns:

 

  • Conta com um antecipador de recebíveis e um sistema completo de repasse de honorários;

 

  • Reduz pela metade as horas gastas em tarefas manuais e diminui custos administrativos, com o suporte de uma equipe especializada em auxiliar nas decisões mais importantes do seu negócio;

 

  • Realiza a montagem de escalas em tempo real;

 

  • Possui cadastro unificado na nuvem;

 

  • Exibe alertas de plantões em aberto;

 

  • O sistema de repasses é todo integrado, entre outros.

 

Que tal acessar o nosso site e conhecer ainda mais essa ferramenta capaz de revolucionar a sua gestão hospitalar? O Gestor de Plantões MedSimples é um sistema completo, rápido e totalmente digital!

 

 

Hubs de inovação

Hubs de inovação no mercado brasileiro

Se você está por dentro do universo da inovação, provavelmente já ouviu falar nos hubs de inovação. A capacidade de se reinventar e de gerar soluções inovadoras é hoje mandatória para as grandes empresas. Ela está correlacionada com a sobrevivência e crescimento em um ambiente de negócios tão competitivo e cheio de mudanças como o de hoje.

 

Como resultado disso, é crescente o número de empresas que investem em inovação aberta, combinando intencionalmente recursos próprios com aqueles oferecidos por parceiros externos. Além dos mecanismos de inovação aberta mais conhecidos, uma tendência que tem ganhado força entre as grandes corporações no Brasil, é a participação de hubs de inovação.

 

O que são hubs de inovação e como funcionam

 

Hubs de inovação consistem em espaços físicos nos quais empresas jovens, as famosas startups, podem colocar em prática as suas ideias inovadoras. Lá, esses empreendedores, que costumam estar no início da carreira e muitas vezes não contam com recursos abundantes, têm acesso a um espaço para trabalhar, conhecer outros negócios, obter investimentos e fazer parcerias com grandes empresas.

 

Enquanto trabalham nos hubs de inovação, as startups têm a oportunidade de serem vistas. Isso porque, por lá, passam investidores e grandes empresas, interessados em descobrir novos negócios, seja para investir em uma ideia rentável ou para resolver problemas internos que possuam. Além disso, universidades, órgãos de fomento e outros interessados também podem estar presentes.

 

Outro ponto positivo dos hubs de inovação é o networking: dessa forma, as startups não ficam fechadas em suas ideias. Podem trabalhar de maneira colaborativa, inspirar-se em outras ideias, fazer parcerias.

 

O resultado é um espaço de troca, aprendizado e fomento da cultura do empreendedorismo. Pode-se dizer que, nos hubs de inovação, é comum a prática da inovação aberta (open innovation), que ocorre quando quando negócios colaboram entre si para criar produtos e serviços inovadores.

 

Alguns hubs de inovação começam funcionando como uma feira de inovação, que não requer espaço físico. Por falar nisso, mais do que um espaço, é importante que o hub foque na criação de conexões, tanto das startups umas com as outras quanto com as empresas, universidades e investidores.

 

3 hubs de inovação que você precisa conhecer

 

Distrito InovaHC

 

O Distrito InovaHC é um projeto conjunto com o maior hospital da América Latina, o Hospital das Clínicas, proporcionando o ambiente ideal para criação, validação de novas tecnologias, produtos e serviços. 

O Distrito é um hub de inovação com o objetivo de reunir as melhores cabeças, produtos e tecnologias para criar, testar e expor soluções de saúde que irão impactar a realidade das pessoas e empresas em um futuro próximo. O intuito do hub é reunir todo o ecossistema do setor, como, por exemplo, startups, corporações, investidores e universidades com objetivo de criar, desenvolver e expor tecnologias e soluções que transformem o mercado de saúde. Inclusive, trata-se do hub onde a MedSimples é residente.

 

Fleury LAB

 

O Fleury Lab, reúne espaços físicos e virtuais para o desenvolvimento, promoção e troca de inovação e conhecimento em saúde. O Lab é um guia para busca constante por soluções inovadoras e integradas com excelência e sustentabilidade para o setor.

O propósito é aliar a tecnologia e o cuidado humano em prol da criação de um ecossistema de entusiastas da tecnologia, profissionais de saúde, empreendedores, acadêmicos e parceiros que compartilham de uma mesma visão otimista do amanhã e do universo científico.

 

Cubo

Você que é fissurado por inovação, tecnologia e empreendedorismo precisa conhecer o Cubo. O Cubo é maior centro de empreendedorismo tecnológico da América Latina. O espaço foi idealizado pelo banco ITAÚ, em parceria com a Redpoint Ventures.

O Cubo recebe, em média, 2 mil pessoas por dia. São cerca de 1.200 funcionários de diversas startups, como a Qulture Rocks, que fala de cultura organizacional, e a Kenoby, de recrutamento inteligente. O restante do público é de visitantes.

A infraestrutura do Cubo conta com um piso duplo dedicado a eventos. O auditório tem capacidade para receber 380 pessoas, e além disso, há salas compartilhadas que podem hospedar de 40 a 120 pessoas. O Cubo está localizado na Vila Olímpia, zona sul de São Paulo, possui 14 andares com área total de 20 mil m².

É um lugar que inspira as pessoas desde a chegada ao prédio, que por sua vez segue a tendência das startups do Vale do Silício.

 

E a sua empresa? Já pensou em criar seu próprio hub de inovação ou em se tornar parceira de alguma iniciativa já existente? Tem outras experiências de inovação aberta? Compartilhe conosco!

 

Inteligência de saúde

Inteligência de saúde: teste verifica o que o corpo precisa para ser saudável

Atualmente as bactérias do intestino se tornaram um alvo de um estudo extremamente relevante para o conhecimento e tratamento de determinadas doenças. É que através do teste que mede a saúde do microbioma intestinal, a saúde celular e mitocondrial é possível fazer recomendações precisas de suplementos e alimentos aos pacientes. Trata-se portanto da personalização da medicina. 

 

O termo microbiota intestinal refere-se à população de microorganismos, como bactérias, vírus e fungos, que habita todo o trato gastrointestinal, e tem como funções manter a integridade da mucosa e controlar a proliferação de bactérias patogênicas, isto é, consideradas perigosas. 

 

Os microbiomas diferem imensamente de pessoa para pessoa, dependendo de dieta, estilo de vida e outros fatores. E eles influenciam tudo: saúde, apetite, peso e humor. Mas, embora seja uma das partes mais pesquisadas do corpo, ainda há um longo caminho a ser percorrido para se entender o intestino. 

 

Conheça o primeiro teste de inteligência de saúde do mundo

 

Sabendo da importância de compreender e medir a saúde do microbioma intestinal, recentemente a Viome Health Intelligence, desenvolveu um sistema para examinar o interior da saúde celular e mitocondrial pela primeira vez. Além disso, a ferramenta também mede a expressão do gene analisando as conexões entre as células humanas e o microbioma intestinal. O microbioma intestinal está relacionado ao peso, energia, estresse, sono, imunidade e saúde geral. Assim, esse premiado teste Gut Intelligence mede o que realmente está acontecendo no intestino dos pacientes, apontando mais de 20 pontuações e percepções sobre inflamação, atividade microbiana, riqueza e diversidade, aptidão metabólica e saúde do revestimento intestinal.

 

O intuito é oferecer recomendações alimentares precisas com base na saúde mitocondrial, sistema imunológico e saúde do microbioma intestinal. Nutrir o organismo seguindo as orientações de alimentos e suplementos mais adequados para cada indivíduo oferece uma infinidade de benefícios. Acesse o site e saiba mais sobre a tecnologia da Viome!

Telemedicina

Telemedicina: Mitos e verdades

Preparamos este post para esclarecer os principais mitos e verdades sobre a Telemedicina. Vamos conferir?

 

Não é de hoje que a tecnologia se faz presente nos mais diversos setores da economia. Na medicina, não é diferente e as novas ferramentas e sistemas surgem a cada dia, trazendo mais facilidade, segurança e praticidade nessa área. No entanto, no Brasil, ainda há certos mitos sobre a telemedicina, o que distancia algumas pessoas do conhecimento dessas práticas modernas, que já são uma realidade no país.

 

Quais são os principais mitos sobre a telemedicina?

 

Apesar de todas as vantagens e os benefícios, essa prática ainda é desconhecida por muitos brasileiros, bem diferente do que já acontece na Europa e nos EUA, por exemplo, onde esse conceito é amplamente difundido. Por aqui, além do desconhecimento, há ainda alguns mitos sobre a telemedicina que precisam ser esclarecidos. Por isso, confira as dicas abaixo:

 

A telemedicina só funciona lá fora

 

Um dos maiores mitos sobre a telemedicina é achar que a prática é coisa de país europeu ou de americanos. Puro engano! No Brasil, já há clínicas, profissionais e plataformas conectando médicos, pacientes e empresas com tecnologia de ponta e, inclusive, digna de qualquer país de primeiro mundo. Com isso, independentemente da localização de sua empresa ou de seus funcionários, todo o território nacional fica coberto pelo atendimento pelo sistema.

 

A telemedicina é um campo ainda restrito

 

Outro engano muito comum tem relação com a amplitude da telemedicina. Ou seja, muita gente acredita que a prática é limitada apenas às áreas mais simples da medicina convencional. No entanto, isso é mais um mito! Hoje, a prática já é utilizada em diversos setores da saúde, como cardiologia, neurologia, radiologia, enfermagem, oncologia,  oftalmologia, entre outras infinitas especializações. A tecnologia da informação e as telecomunicações permitem, cada vez mais, a abrangência da telemedicina em praticamente todas as áreas da saúde.

 

A telemedicina garante o sigilo das informações clínicas

 

Verdade. Assim como qualquer prática que envolva dados clínicos dos pacientes, a telemedicina garante a veracidade das informações, a especificidade e sensibilidade dos exames laudados. O diferencial é que o acesso ao sistema será sempre feito através de senha pessoal e intransferível.

 

A telemedicina pode melhorar o atendimento ao paciente

 

Verdade. A telemedicina poderá garantir um atendimento completo para o paciente. Isso porque as consultas médicas estarão interligadas aos exames realizados, às intervenções de outros profissionais de saúde e à situação atual do paciente.

 

O paciente será atendido com as informações clínicas alimentadas e visualizadas em tempo real, o que possibilitará uma intervenção terapêutica precisa.

 

A telemedicina vai substituir o médico presencial

 

Mito. O médico presencial nunca será substituído. A telemedicina tem seu espaço principalmente em locais onde não existe o médico especialista coexistindo com a medicina tradicional.

 

A telemedicina aumenta o engajamento do paciente ao tratamento

 

Verdade. Estudos mostram que o acompanhamento, e monitoramento, à distância aumenta a chance do paciente seguir as orientações médicas contribuindo para o seu tratamento.  

A telemedicina pode ser utilizada em diversas especialidades médicas.

 

A telemedicina ainda não é reconhecida no Brasil

 

Mito. As atividades da telemedicina já foram reconhecidas pelos órgãos profissionais. Um exemplo é a telerradiologia que emite e envia imagens radiológicas a distância. Esse serviço foi reconhecido pelo Conselho Federal de Medicina através da normatização CFM Nº 1890/2009. Nessa resolução, estão contidos os critérios para a implantação da prática, bem como as condições para radioproteção e boas práticas radiológicas.

 

A telemedicina é uma tendência que beneficia tanto os pacientes quanto os profissionais da saúde, contudo ainda é cercada de mitos. Muitos estão ligados à falta de informação ou de iniciativa por parte dos gestores em planejar a implantação.

 

Por isso, se esse for o seu caso, entre em contato conosco e obtenha informações sobre as vantagens e os meios para implementar as práticas de telemedicina mais adequadas para simplificar a sua vida!

Segurança de dados

Segurança de dados na Telemedicina: Boas práticas da proteção da privacidade dos pacientes

A segurança de dados é um direito de todas as pessoas e quando se trata da área da saúde essas informações se tornam ainda mais sensíveis. E para garantir uma segurança de excelência para os pacientes, é primordial seguir algumas práticas.

Essa preocupação acerca da segurança de dados na área da saúde ganha força a cada ano, principalmente por conta dos projetos de lei como a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) sancionada no Brasil em 2018. A LGPD entrou em vigor em agosto de 2020 estabelecendo regras sobre coleta, armazenamento, tratamento e compartilhamento de dados pessoais, impondo mais proteção e penalidades para o não cumprimento das mesmas.

 

Segurança de dados: Entenda a LGPD

 

A LGPD, representada pela Lei nº 13.709/18,  determina as principais condições sobre o modo como os dados pertencentes aos cidadãos devem ser recolhidos e tratados. Além disso, estabelece penalidades para as empresas que descumprirem as determinações contidas nela.

A lei foi inspirada nos princípios e nas condições determinados pelo Regulamento Geral sobre a Proteção de Dados (GDPR), conjunto normativo que determina regras sobre a privacidade das informações dos cidadãos da União Europeia e que entrou em vigor em 25 de maio de 2018. O intuito, portanto, da LGPD é proteger o cidadão contra a coleta e a utilização abusiva de seus dados pessoais.

 

A segurança de dados na Telemedicina

 

A segurança de dados na telemedicina é semelhante a do setor de saúde em geral. Os médicos e demais profissionais devem seguir as regras sobre como e com quem compartilham as informações. Dessa forma, quando o paciente conversa com um médico em uma chamada de videoconferência, por exemplo, ele não terá permissão para divulgar o que aconteceu naquela sessão, a menos que o paciente autorize.

A segurança de dados está ficando cada vez mais avançada para os serviços de telemedicina e isso continuará se fortalecendo. Os softwares para telemedicina já utilizam autenticação e criptografia de dados para manter as transmissões seguras. Trabalhos futuros no campo sempre encontrarão maneiras de lidar com a privacidade do paciente, removendo os riscos de segurança associados ao uso de um dispositivo móvel em um ambiente menos controlado do que o consultório médico.

 

Como garantir a segurança de dados do paciente na Telemedicina?

 

Uma violação à segurança de dados pode deixar os pacientes desconfortáveis, afetando negativamente a reputação e os resultados do médico, clínica ou hospital. Para impedir que pessoas não autorizadas danifiquem ou roubem esses dados, os profissionais devem se concentrar na implementação de políticas de segurança cibernética.

Essas políticas precisam focar na proteção das informações do paciente, o que, por sua vez, gera confiança no profissional da saúde e em sua prática. As ferramentas escolhidas para a telemedicina devem ter uma infraestrutura que permita comunicações seguras entre os médicos de telemedicina e seus pacientes. E essa infraestrutura, por sua vez,  deve possibilitar a comunicação remota sem reduzir a segurança que os dados confidenciais recebem.

E quando o assunto é segurança de dados do paciente, o primeiro ponto a se destacar é a proteção da tríade CID: confidencialidade, integridade e disponibilidade. 

 

Os três pilares da segurança dos dados do paciente

 

Os fundamentos da segurança de dados do paciente independem do formato em que elas serão disponibilizadas (de forma escrita, em imagens ou vídeo, por exemplo). Eles estão relacionados com a garantia da segurança das informações. Entenda cada um dos pilares a seguir:

 

Confidencialidade: Consiste em garantir que somente pessoas autorizadas tenham acesso às informações.

 

 Integridade: É a garantia de que as informações estejam no formato verdadeiro e possam ser alteradas apenas por pessoas autorizadas.

 

Disponibilidade: É permitir que este recurso ou dado esteja disponível quando ele for necessário.

 

 Além desta tríade, temos o conceito de autenticidade, que consiste em garantir que a identidade de quem está enviando a informação é legítima, e, por fim, a irretratabilidade, onde o autor não pode negar a autoria ou que fez determinada ação.

 

Veja quais questões técnicas analisar ao contratar um sistema de inteligência para segurança de dados do paciente

 

Com a ampliação dos serviços autorizados de telemedicina em caráter emergencial, os profissionais de saúde tem a obrigação de seguir às normas da LGPD. Ou seja, é imprescindível que a troca de dados, consultas online e envio de exames para laudo ocorram em ambiente confiável e seguro.

 

Portanto, o indicado é contratar bons serviços de telemedicina e com máxima segurança. Isso porque o vazamento de informações ou o uso indevido pode acarretar multa de 2% do faturamento da empresa, conforme a LGPD. A plataforma da MedSimples, por exemplo, tem 100% de conformidade com a LGPD, proporcionando total segurança e privacidade aos pacientes.

 

Confira os itens que devem ser averiguados aos escolher um sistema de Telemedicina:

 

  • Criptografia
  • Armazenamento dos dados em nuvem
  • Acesso individual dos colaboradores
  • Meios de comunicação apenas via sistema contratado
  • Organização do prontuário clínico 
  • Oferecer um bom suporte

 

E para que você possa compreender esse tema com ainda mais clareza, recomendamos o E-book chamado: “Telemedicina: Perspectivas e Considerações em Relação à Privacidade e Proteção de Dados”. O material foi desenvolvido com o propósito de auxiliar os profissionais e estabelecimentos de saúde através de esclarecimentos e reflexões envolvendo vários aspectos referente a proteção de dados, segurança da informação e contexto regulatório acerca da prática de Telemedicina.

Health Techs brasileiras

Health Techs brasileiras: Veja como elas estão revolucionando a saúde

Um estudo recente realizado pela Distrito Healthtech Report Brasil 2020, mostrou que o número de healthtechs brasileiras, empresas de tecnologia voltadas à saúde, duplicou nos últimos cinco anos. Isso mesmo, o setor da saúde, inclusive, é o terceiro maior em número de startups e têm demonstrado rápido crescimento, visto que, segundo o levantamento, metade das startups de saúde no país foram fundadas entre 2016 e 2020. Atualmente, são 542 empresas mapeadas na pesquisa, número que no ano de 2015 era de 265.

Além do aumento no número, as health techs também impressionam pelo crescimento nos investimentos. Desde 2014, US$ 430 milhões foram investidos nas healthtechs, divididos em 189 rodadas mapeadas pelo Distrito. E, mesmo com a crise, a expectativa é que 2020 supere os aportes do ano passado, dada a relevância que tais startups ganharam pelo seu esforço em combater a pandemia do novo coronavírus.

 

O universo das Health Techs brasileiras

 

Atualmente, diversas empresas tradicionais têm buscado trabalhar com ecossistemas para encontrar soluções para problemas emergentes ou pré-existentes. A inovação tecnológica é um dos pilares desses ecossistemas. Ela pode ser o que vai diferenciar produtos, e, no limite, até transformar de forma significativa, negócios, sociedade e indivíduo.

 

Esse impulso para inovar usando tecnologia, quando incorporado aos negócios, é capaz de amparar e estimular a criação de produtos e serviços. E são as grandes empresas que buscam por isto que compõem o campo fértil que hoje ouvimos falar a todo momento: as startups focadas em saúde.

 

Assim, as Health Techs brasileiras trazem a energia criativa responsável por acelerar a chegada de soluções que, sem elas, demorariam muito mais, ou talvez nem chegassem.

As estatísticas sobre as Health Techs brasileiras

Confira alguns dados apontados pela pesquisa em relação às estatísticas sobre as Health Techs brasileiras.

 

  • Sudeste concentra mais de 60% das Health Techs brasileiras;
  • São Paulo é o polo principal, com 43% das Health Techs brasileiras;
  • Health Techs brasileiras que melhoram a gestão em clínicas, hospitais e laboratórios estão na liderança, com 25%;
  • Metade das Health Techs brasileiras têm menos de 5 anos de operação;
  • Juntas, as Health Techs brasileiras empregam quase 10.000 pessoas;
  • Soluções B2B predominam nas Health Techs brasileiras;
  • As Health Techs brasileiras costumam ter de 2 a 3 sócios, em média com 40 anos;
  • Apenas 20,3% dos membros dos quadros societários das Health Techs brasileiras são mulheres;
  • Desde 2014, US$ 430M foram investidos em Health Techs brasileiras;
  • As Health Techs brasileiras da categoria Marketplace foram as que mais receberam investimentos.

 

Projeções

 

Certamente essa área ainda promete inúmeras surpresas positivas, afinal, quando se trata de um cenário global, os investimentos em startups de saúde vêm crescendo nos últimos anos, resultando num aporte de mais de US$ 40 bilhões. E mesmo que, momentaneamente as Health Techs brasileiras representem uma pequena parte do montante, as tendências e projeções são as melhores possíveis.

 

Inteligência Artificial e Big Data

 

Para tornar os processos do setor mais eficientes, é preciso combater os aumentos desnecessários nos custos médicos e o desperdício de tempo. Dessa forma, as organizações de saúde estão buscando aplicar tecnologias de TI eficazes que lhes permitam consolidar recursos organizacionais para oferecer uma experiência de alta qualidade ao paciente, melhorar o desempenho organizacional e até mesmo criar novos modelos de negócios baseados em dados. Por isso, as tecnologias avançadas como Big Data e Inteligência Artificial são vistas como futuras aliadas do sistema de saúde. 

 

Tendências 

 

Veja alguns tópicos das tendências para as Health Techs:

 

  • O uso da Nuvem;
  • Robótica;
  • Realidade Aumentada (AR);
  • Realidade Virtual (VR);
  • Drones;

 

Quer aprofundar seus conhecimentos sobre o tema? Então acesse e baixe o estudo completo da Distrito Healthtech Report Brasil 2020.

envelhecimento da pele

Combate ao envelhecimento da pele: A evolução da ciência neste setor

Envelhecer é um processo natural da vida e a pele é um dos órgãos do corpo mais afetados ao decorrer do tempo. O envelhecimento do corpo acontece quando as células somáticas, responsáveis pela formação de tecidos e órgãos, começam a morrer e não são substituídas por outras. Isso ocorre por volta dos 25 anos, quando se começa a perder o tecido fibroso e a renovação celular fica mais lenta.

 

E a pele, maior órgão do corpo humano, é o que primeiro reflete os efeitos da passagem do tempo. Ela vai ficando menos espessa, mais ressecada e surgem as linhas de expressão. No geral, podemos dizer que há três manifestações do envelhecimento da pele: rugas, perda de volume e perda de densidade.

 

Não dá para ter 50 anos com cútis de 20, não é? Mas bem que poderia. A boa notícia é que dá para retardar o envelhecimento da pele. 

Startup brasileira promete revolucionar o conceito de envelhecimento

 

Atualmente existem no mercado diversos produtos com eficácia temporária que visam combater o envelhecimento da pele e, geralmente, costumam ser amenizadores e não agentes que tratam as causas. Por conta disso, quatro amigas juntaram-se para prestar um serviço público aos consumidores: testar e analisar os produtos já existentes. Entretanto, como as opções atuais são temporárias e voltadas apenas para encobrir os efeitos do envelhecimento, isso as motivou a abandonar a ideia inicial de analisar o que havia no mercado e investir na criação de um próprio produto.

 

OneSkin: redefinindo o envelhecimento

 

A OneSkin, a primeira empresa a ser capaz de quantificar o efeito rejuvenescedor dos produtos no mercado, agora busca descobrir quantos anos seu próprio produto será capaz de retardar o envelhecimento. E se as pesquisas desenvolvidas pelas quatro amigas se confirmarem, o produto estará no mercado em aproximadamente 1 ou 2 anos.

 

O time da OneSkin produziu um composto para rejuvenescer a pele que promete trazer uma nova perspectiva do que é envelhecer nos dias de hoje. A proposta é realmente entregar longevidade e qualidade de vida, ou seja, um conceito de que rejuvenescer é ser saudável e não apenas ter uma aparência bonita.

 

Muito além de desacelerar as marcas que o tempo deixa na pele humana, a startup busca estender o tempo que as pessoas vivem com saúde e prevenir as doenças associadas ao envelhecimento. O objetivo é entender o processo do envelhecimento e identificar qual é a raiz do problema, e onde há a possibilidade de atuar de forma que se consiga reverter esse processo.

 

Com o apoio da aceleradora Indie Bio e da holding 2Future, o produto foi desenvolvido e está em fase de testes, com previsão de chegar no mercado até o fim do ano. Atualmente a equipe da OneSkin possui oito pessoas, sendo cinco em São Francisco, duas no Brasil e uma em Los Angeles. 

 

Gostou de saber mais sobre a evolução da ciência no combate ao envelhecimento da pele? Interaja conosco e deixe seu feedback.

 

adesão ao tratamento

Adesão ao tratamento: Como incentivar os pacientes

Uma preocupação constante dos profissionais de saúde, diz respeito à dificuldade em relação a adesão ao tratamento por eles proposto. A adesão ao tratamento se dá quando o comportamento do paciente coincide com as orientações para controlar ou curar a sua doença. Entretanto, nem sempre isso acontece. 

Segundo dados do Ministério da Saúde, 82% dos pacientes que utilizam cinco ou mais medicamentos de uso contínuo o fazem de forma incorreta ou demonstram baixa adesão ao tratamento. E, no mundo inteiro, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), apenas 40% dos hipertensos e 60% dos diabéticos seguem corretamente a prescrição médica.

Neste cenário o médico têm o papel fundamental de desenvolver uma relação humanizada de engajamento com os seus pacientes durante as consultas de modo que a adesão ao tratamento seja a maior possível.

 

Por que muitas vezes a adesão ao tratamento não acontece?

 

Um tratamento não pode ser observado apenas pela perspectiva médica ou biológica. Afinal, diversos fatores permeiam a experiência do paciente, como, elementos psicológicos, culturais, sociais, socioeconômicos, institucionais e, especialmente, a relação com o profissional de saúde. A OMS aponta, inclusive, que existem ao menos cinco aspectos diferentes relacionado a não adesão ao tratamento do paciente.

 

Confira alguns dos principais motivos:

 

1] Por não terem a devida informação sobre o tratamento, juntamente com alguma falha de comunicação durante as instruções;

 

2] Pelos problemas econômicos que impossibilitam a compra de medicamentos, deslocamento constante até as unidades de saúde, entre outras implicações de caráter monetário;

 

3] A existência de outro tratamento concomitante, exigindo muitas vezes a ingestão de vários medicamentos ao decorrer do dia;

 

4] Esquecimento ou resistência pessoal ao uso de medicamentos, traumas, reações a efeitos colaterais desagradáveis;

 

5] Descrédito cultural aos métodos oferecidos.

 

Como estimular a adesão ao tratamento

 

Diferentemente do atendimento realizado no passado, hoje o paciente já chega ao consultório com algum conhecimento prévio. Nessa relação, o paciente deixou de ser um indivíduo passivo que tem o médico como única fonte de informação. Muitas pessoas recorrem inclusive a canais de informação mal intencionados e sem nenhum embasamento técnico, que pode chegar até mesmo a automedicação, o que coloca sua vida em risco.

O paciente pode ter algumas informações em mão, mas não tem todas as respostas, muito menos o conhecimento científico de um profissional, por isso o médico deve aproveitar positivamente desse novo comportamento ativo dos indivíduos e guiá-los pedagogicamente sobre cuidados com a sua saúde.

Assim, uma excelente opção é indicar fontes de informação confiáveis, filtrando as trazidas pelo paciente, apresentando novos pontos de vista para seu problema de saúde. Também busque demonstrar empatia, se colocando no lugar do paciente, expressando o quanto se importa com a sua saúde e entende suas dificuldades. Isso também cria uma relação de confiança muito importante.

 

Confira algumas ações que podem incentivar os pacientes sobre a adesão ao tratamento:

 

  • Mais que um médico, procure guiar o paciente;
  • Estabeleça um diálogo com o paciente;
  • Demonstre proximidade com o paciente;

 

Adesão ao tratamento: Conheça a CUCOHealth

E você sabia que existe uma plataforma criada especialmente para auxiliar os profissionais de saúde quanto a adesão ao tratamento? Exatamente! Os programas de Cuidado Digital da CUCO ajudam o paciente a seguir os plano de cuidados desenvolvidos pelos profissionais quando estão sozinhos melhorando a adesão ao tratamento, monitorando aspectos da patologia e possibilitando que estes profissionais de saúde acompanhem a evolução.

 

Há 3 anos no mercado, a CUCOHealth tem contribuído com os cuidados de milhares de vidas no mundo inteiro através de uma adesão média de 75%. Aliás, uma curiosidade, a palavra CUCO significa Cuidados Compartilhados.

 

E os serviços disponibilizados oferecem uma experiência completa ao seu paciente:

 

Lembretes de adesão e recompra

São disponibilizados para todos os pacientes uma rotina de tratamento programada de forma inteligente.

 

Personalização da experiência por patologia

São realizados projetos para personalizar a experiência dos pacientes de acordo com as necessidades de sua patologia.

 

Cuidadores

Os pacientes podem incluir cuidadores para incentivá-los no seu tratamento e/ou serem acompanhados por instituições e médicos para um tratamento ainda mais personalizado.

 

Educação continuada

São desenvolvidas ações de educação continuada com conteúdos lúdicos e pedagógicos para ajudar os pacientes a entenderem suas patologias, explicando sobre o tratamento e incentivando a adesão ao tratamento.

 

Que tal poder aumentar a taxa de adesão ao tratamento, a qualidade de vida dos pacientes e simultaneamente reduzir custos? Acesse o link e conheça essa plataforma incrível!

 

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Realidade virtual

Realidade virtual para o ensino da medicina: entenda os benefícios que essa tecnologia proporciona

Assimilar os avanços tecnológicos, como a realidade virtual é de extrema importância para os médicos, pois a inovação pode ser implementada tanto para o exercício da profissão quanto para o ensino da medicina.

Por isso, neste post falaremos sobre essa experiência que pode ser tão valiosa quanto a real, mostrar como a realidade virtual para o ensino da medicina tem sido utilizada e quais vantagens ela oferece. Boa leitura!

 

Realidade Virtual x Realidade Virtual Aumentada

 

A realidade virtual (VR), se refere ao universo digital. É quando as imagens e sons ao seu redor são substituídos por conteúdo virtual, gerados e geridos por computador. Esse “ambiente falso”, feito com elementos gráficos, pode ser muito semelhante ao mundo real.

Ou seja, a realidade virtual é uma interface avançada, que permite um usuário usar, jogar ou ver algo. O intuito é recriar ao máximo as sensações de “realidade”, permitindo interação com objetos virtuais, em tempo real, sem conexão com o físico.

Em boa parte dos casos, seu uso está voltado para o entretenimento, porém, há muitas outras possibilidades para ele ser utilizado, como a realidade virtual para o ensino da medicina .

Já a realidade aumentada (AR), diz respeito ao mundo real. É quando você olha para um ambiente que existe e vê elementos sobrepostos, com informações e gráficos específicos de uma localização, por exemplo. Vale notar que isso não é a mesma coisa que usar um Google Glass, que apenas exibe informações diante dos seus olhos sem vincular isso com dados de locais ou fazer com que sejam relevantes naquele espaço.

 

Realidade Virtual Mista

Como você já deve ter imaginado, e o próprio nome sugere, o termo realidade mista (MR), descreve a tecnologia que combina a sobreposição da realidade aumentada no mundo real com a capacidade da realidade virtual de inserir elementos gráficos e digitais sobre a tela de visualização.

Esse conceito largamente usado pela Microsoft, já dá alguns exemplos de como é possível unir os dois universos na área da saúde, por exemplo, em cirurgias como duas equipes remotas ou durante aulas.

 

Benefícios que a Realidade virtual oferece para o ensino da medicina 

 

A medicina é uma das áreas que mais está sofrendo transformações com a realidade virtual. Os médicos residentes, por exemplo, já podem treinar cirurgias de forma imersiva para que tenham maior segurança ao realizarem os procedimentos em cenários reais. Eles também podem acompanhar ao vivo uma cirurgia sendo feita, sem precisar disputar espaço na sala, nem ter que ficar olhando por cima dos ombros do médico responsável.

Nos tratamentos, a imersão proporcionada pela realidade virtual para o ensino da medicina faz a diferença. A ideia de que a mente ajuda na recuperação é verdadeira. E acredite ou não, a VR pode ajudar. Muitos médicos já trocam o uso intensivo de medicamentos após uma cirurgia, por exemplo, pela imersão no ambiente virtual, que passa tranquilidade e paz para acalmar a mente.

Essa ideia é similar à técnica da hipnose. Contudo, os médicos podem aproveitar muitos outros recursos. Na Universidade de Stanford, por exemplo, foi criado um programa de VR para simular uma cirurgia endoscópica dos seios da face. Assim, os profissionais testam antecipadamente e ensaiam o procedimento para obterem melhores resultados.

A VR também vem sendo usada para tratar pacientes psiquiátricos, que podem encarar seus medos no ambiente virtual e quebrar padrões, ou aqueles que sofrem de estresse pós-traumático, especialmente os veteranos de guerra.

E, se você acha que realidade virtual é coisa do futuro, lembre que a Universidade do Sul da Califórnia mantém desde 1997 um programa que usa realidade virtual para tratar indivíduos com estresse pós-traumático.

 

Uma nova realidade no ensino da medicina

 

Se antes os videogames representavam apenas diversão, hoje tornaram-se uma ferramenta importante para a criação da realidade virtual aplicada em situações reais de treinamento profissional. 

A premiada startup brasileira, MedRoom, usa a realidade virtual para o auxílio no ensino de medicina, por exemplo. Ela desenvolveu um game de realidade virtual para estudantes e profissionais da área da saúde, simulando 25 procedimentos médicos diferentes que um graduado em medicina deve saber, como instrumentação, drenagem torácica, intubação orotraqueal, acesso venoso central, entre outros.

A empresa chegou para adicionar uma nova dimensão à educação médica, oferecendo o mais completo modelo do corpo humano em 3D do mundo, e usando a realidade virtual para possibilitar uma experiência mais profunda e interativa do aprendizado. 

Em seu laboratório de anatomia virtual os alunos podem estudar livremente o corpo humano, explorar cada estrutura, isolar órgãos e sistemas de uma maneira nunca antes vista. 

O objetivo principal é mudar o jeito de interagir com o ensino e investir nas tecnologias imersivas para melhorar a forma de aprender.

 

Agora que você conferiu os benefícios que essa tecnologia proporciona para o ensino da medicina, que tal continuar aprimorando seus conhecimentos? Leia sobre algumas formas de como essa tecnologia vai mudar o mundo.

 

Inovação em saúde

Inovação em saúde: os olhos do mundo estão atentos às health techs

Atualmente as startups representam uma inovação em saúde. Mas o que significa este termo? A palavra Startup é utilizada em inglês para definir as empresas que ainda são jovens ou recém-criadas e apresentam grandes possibilidades de crescimento.

Uma startup é caracterizada por ser um negócio escalável e que cresce de uma forma muito mais rápida e eficiente em comparação a uma pequena ou média empresa tradicional.

Dessa forma, as pequenas e médias empresas entram no mercado depois de investir uma determinada quantia de dinheiro e, de modo geral, precisam esperar um pouco para começar a aproveitar os benefícios. Já as startups fazem exatamente o oposto: entram no mercado para buscar capital e utilizam as tecnologias digitais para crescer e encontrar financiamento.

E para atuar no setor da saúde não é mais necessário ser formado em algum dos cursos tradicionais ligados à área. Hoje, é possível empreender e trazer inovação em saúde que impactem positivamente o setor ao desenvolver ideias e serviços que gerem valor para o cliente.

Por isso, o que vemos são cada vez mais healthtechs (health de saúde em inglês e tech, abreviação de technologia), startups que aliam tecnologia para fornecer serviços de inovação em saúde sendo criadas.

E tem muitas novidades e soluções tecnológicas para esse setor. Sendo assim, no post de hoje conversaremos sobre o universo dessas startups e porque estão chamando tanta atenção no mundo inteiro. Acompanhe!

 

O que são startups health techs?

 

Basicamente são aquelas empresas que buscam e desenvolvem inovação em saúde, por meio de tecnologias para aprimorar o sistema desse setor e tudo que o envolve. Portanto, a forma como eles são valorizados e consumidos trazem melhorias para a oferta de serviços de saúde.

É importante salientar que as startups são modelos de negócio com características distintas do restante do mercado: seus produtos e serviços devem ter escalabilidade, facilidade para replicar a ideia e apresentar um diferencial inovador mesmo em um cenário de incertezas.

 

Que inovação em saúde as health techs oferecem?

 

Todas elas são criadas com o propósito de proporcionar inovação em saúde e solucionar problemas que afetam essa área. Inovações tecnológicas impactam nossas vidas de forma irreversível, influenciando até mesmo o modo como cuidamos da saúde. 

Um exemplo disso são as health techs, empresas com propostas inovadoras e disruptivas nesse setor. Essas startups estão promovendo uma verdadeira revolução, trazendo uma nova maneira dos consumidores interagirem com os serviços médicos. Elas oferecem soluções em diversas frentes, como produtos farmacêuticos e sistemas de organização, além de dispositivos que buscam identificar, controlar ou até mesmo resolver problemas de saúde.

 

PREVENÇÃO, A GRANDE APOSTA DAS HEALTH TECHS

Visando acompanhar e monitorar a saúde antes mesmo do surgimento de qualquer sintoma, a tendência de tecnologias digitais de prevenção se mostra cada vez mais forte. 

Gradativamente, novas soluções que facilitam o acesso aos cuidados médicos são desenvolvidas e oferecidas às pessoas para que tenham a possibilidade de monitorar e acompanhar os dados relacionados ao próprio corpo. Esse foco de mercado é uma das grandes apostas de quem investe em inovação em saúde.

 

TECNOLOGIA A SERVIÇO DO DIAGNÓSTICO E TRATAMENTO MÉDICO

As tecnologias focadas no diagnóstico buscam melhorar a precisão e atuação na descoberta de doenças, aproximando o paciente ao sistema de saúde. Elas oferecem um acompanhamento em tempo real sobre a saúde do paciente via dispositivos de diagnóstico capazes de detectar precocemente as doenças.

Assim, aplicativos voltados a diagnóstico oferecem o histórico médico do paciente, diagnósticos anteriores, medicamentos utilizados, planos de tratamento, datas de vacinação, informações a respeito de alergias, imagens de radiologia/ultrassom, resultados de exames de laboratório, entre outras informações médicas. O acompanhamento desse histórico pode aumentar a precisão e a rapidez de um diagnóstico.

A inovação em saúde também irá mudar a forma com que as doenças são acompanhadas e tratadas. E o campo de atuação nesse segmento é muito amplo. As soluções são inúmeras e podem estar voltadas ao tratamento de uma doença com maior eficiência e menores efeitos colaterais.A ideia é aumentar a aderência do paciente ao tratamento ou ainda desenvolver plataformas para a comunicação entre médico e paciente.

 

Inovação em saúde: Tendências para o setor de health techs

 

Entre elas estão inteligência artificial, telemedicina, saúde da mulher, saúde mental e medicina regenerativa. Confira!

 

Health Techs de inteligência artificial – São as startups com modelos de negócio no formato Software como serviço (SaaS ) para clientes do setor de saúde ou que utilizam Inteligência Artificial (IA) para desenvolver produtos para o mercado de saúde. 

 

Telemedicina – É o uso da tecnologia para prestar serviços clínicos de saúde para pacientes remotamente. 

 

Dispositivos médicos – Aparelhos que auxiliam no diagnóstico, cura, mitigação, tratamento, monitoramento ou prevenção de doenças.

 

Saúde da mulher – Startups focadas especificamente em fornecer produtos de saúde e serviços para mulheres.

 

Saúde mental – Empresas que aplicam a tecnologia para ajudar as pessoas com distúrbios de ordem emocional e psicológica, e para promover o bem estar social.

 

Medicina regenerativa – Empresas envolvidas em pesquisa e desenvolvimento ou comercialização de terapias com genes, terapias celulares e tecidos de engenharia biológica. 

 

CASO DE SUCESSO

 

A MedSimples, uma HealthFinTech, presente no mercado desde 2018. Ela surgiu como uma plataforma de informações em saúde, e atualmente fornece três soluções para algumas das principais dificuldades presentes no setor de atendimentos médicos.

A primeira solução, de triagem digital, visa reduzir o problema de procura indevida ao sistema de saúde. Com o sistema de triagem do MedSimples, é possível reduzir custos em saúde, bem como o tempo de filas em pronto-atendimento e tratar como urgência quem realmente necessita deste tipo de atendimento.

Também sabemos que aproximadamente 70% do tempo de uma consulta médica é gasto com anotações em prontuário e coleta de dados do paciente. Ao mesmo tempo, os pacientes têm uma grande quantidade de tempo ocioso aguardando por atendimento nas filas de espera. Pensando nessas dificuldades, estamos em fase de desenvolvimento do nosso sistema de pré-consulta, em que o paciente, antes de ser atendido, consegue fornecer dados úteis ao atendimento, como doenças prévias, medicamentos de uso contínuo, alergias a medicamentos, além de responder um questionário específico sobre a sua queixa.

Além das soluções de triagem e pré-consulta, o MedSimples fornece uma plataforma de teleatendimento médico. Através dela é possível realizar consultas, registro em prontuário eletrônico, prescrição médica e solicitação de exames. A proposta é que a experiência da telemedicina seja o mais confortável possível para ambas as partes e venha para adicionar uma nova camada de atendimento médico, e nunca para substituir o atendimento presencial.

A tecnologia oferecida no MedSimples proporciona um novo patamar de aproximação entre médico e paciente, ao passo que disponibiliza o tempo da consulta para realmente tomar as dores do paciente, enquanto permite ao médico ocupar o seu tempo com questões mais importantes e subjetivas, envolvendo a conduta médica.

 

Afinal, a Medicina não é simples, mas que ela pode ser simplificada.

 

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