Monitor de sinais vitais: Dr. Spot ajudará profissionais da saúde que atuam na linha de frente da pandemia

04/09/2020

Sabemos que, apesar da gravidade da Covid-19, alguns procedimentos preventivos podem salvar muitas vidas. Um deles é o monitor de sinais vitais, principalmente o nível de oxigênio no sangue, já que os sintomas respiratórios são os principais responsáveis pelos casos mais graves.

Por isso, um dos conselhos mais consistentes das organizações de saúde sobre a COVID-19 é que todos façam o possível para limitar o contato com pessoas que possam ter sido expostas ao novo coronavírus. Contudo, quando nos referimos aos profissionais que atuam na linha de frente ao combate a pandemia, isso se torna praticamente impossível.

Afinal, é difícil em um ambiente hospitalar não ter contato com os enfermos, onde os profissionais regularmente têm que usar o monitor de sinais vitais no paciente para fornecer os cuidados adequados. 

Pensando nisso, pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), juntamente com a Brigham and Women’s Hospital, Boston Dynamics, desenvolveram uma tecnologia capaz de de obter essas medições sem colocar os profissionais de saúde da linha de frente diretamente em perigo.

Neste artigo, explicaremos como o monitor de sinais vitais remoto, Dr. Spot, ajudará os profissionais da saúde que atuam no combate ao coronavírus. Acompanhe!

 

Monitor de sinais vitais remoto Dr. Spot: Entenda como ele funciona e quais benefícios oferece

 

Como falamos anteriormente, pesquisadores do MIT desenvolveram um robô que promete revolucionar a telemedicina dentro dos hospitais. O Dr. Spot é um monitor de sinais vitais remoto que terá a habilidade de medir a temperatura corporal dos pacientes e intermediar as consultas das pessoas que estão internadas, evitando o contato e proliferação do coronavírus.

Produzido pelo Boston Dynamics, o robô possui quatro “patas”. O monitor de sinais vitais remoto Dr. Spot foi equipado com sistemas de monitoramento sem contato, o que inclui sinais de rádio e sensores baseados em radar. Os sinais vitais medidos por ele vão desde a  frequência respiratória até a cardíaca. 

Ele também é munido com um tablet com o intuito de humanizar o atendimento e levar mais atenção e amor aos doentes, pois permite que os médicos e pacientes falem entre si através de videochamadas. Vale destacar que o Dr. Spot já foi testado com voluntários do Hospital Brigham and Women’s, da Havard Medical School, em Boston.

A próxima etapa que o Dr. Spot deve enfrentar será a implantação de seus serviços com pacientes reais, já que com os voluntários o experimento deu certo.

No documento que descreveu não só os preparativos para equipar o Dr. Spot, mas também suas novas funções, a equipe envolvida no projeto ressaltou que o Dr. Spot deve contribuir para manter médicos e pacientes separados com o objetivo de zelar o alto nível de cuidado, ajudar a conter a transmissão da Covid-19 nos locais em que for adotado, entre outros benefícios.

É essencial ressaltar que o Dr.Spot ainda está em processo de validação, todavia, é incrível saber que a tecnologia nos proporciona ferramentas tão importantes como esta. O Dr. Spot certamente será uma grande inovação para os profissionais que estão atuando na linha de frente da pandemia. Agora, só nos resta torcer para que ele seja validado logo e esteja disponível no Brasil em breve.

 

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